FURNITURE HOUSE TEKNIVO · ENGENHARIA E TECNOLOGIA
Arquitetura · Processamento · Segurança · Governança

Engenharia
de Dados.

Da origem de uma informação à sua utilização, cada etapa exige estrutura, integridade, confiabilidade e proteção.

Explore arquiteturas de dados, bancos relacionais, pipelines, segurança da informação e experimentos interativos em um ambiente de aprendizagem técnica.

FONTES PIPELINES APLICAÇÕES ANÁLISES ERP · APIs ETL · ELT Serviços Indicadores DATA STORAGE SEGURANÇA · QUALIDADE · GOVERNANÇA
Arquitetura conceitual. Os elementos representam funções de um sistema de dados, não serviços em execução.
01 · Visão de sistemas

Arquitetura de dados

Um sistema de dados não se resume ao banco de dados. Ele envolve fontes, integrações, transformações, armazenamento, acesso e mecanismos de segurança em todo o percurso.

Fluxo conceitual de processamento

Exemplo de uma arquitetura de ingestão e transformação.

ORIGEM Aplicações e APIs
INGESTÃO Coleta e validação
PROCESSO Transformação
DESTINO Consulta e análise
Em uma implementação real, observabilidade, autenticação, autorização, tratamento de falhas e proteção de informações devem ser considerados em todas as etapas.
Dados transacionais

Registros utilizados pelas operações de uma aplicação, como pedidos, pagamentos e movimentações.

Dados analíticos

Informações organizadas para consultas, indicadores, relatórios e análises.

Dados em trânsito e em repouso

Informações transmitidas entre sistemas ou armazenadas em bancos, arquivos e backups, exigindo controles apropriados.

02 · Conhecimento técnico

Fundamentos da Engenharia de Dados

Diferentes tecnologias cumprem funções distintas. A escolha depende dos requisitos de consistência, volume, disponibilidade, latência, manutenção e segurança.

01 / BANCOS RELACIONAIS

SQL e integridade

Tabelas, chaves primárias, chaves estrangeiras, índices, transações e consultas estruturadas.

02 / OUTROS MODELOS

NoSQL

Bancos documentais, chave-valor, grafos e outros modelos de armazenamento.

03 / INTEGRAÇÃO

ETL e ELT

Extração, transformação e carregamento, com diferentes ordens de execução.

04 / PROCESSAMENTO

Batch e streaming

Processamento em lotes e tratamento contínuo de fluxos de eventos.

05 / ARMAZENAMENTO

Warehouse e lake

Arquiteturas de armazenamento voltadas à análise, organização e integração de diferentes conjuntos de dados.

06 / CONFIABILIDADE

Observabilidade

Métricas, logs, rastreamento, linhagem e identificação de falhas em pipelines.

03 · Experimentação

Laboratórios de dados

Experimentos executados no navegador com dados fictícios. Os resultados ilustram conceitos técnicos, sem acessar a infraestrutura operacional da TEKNIVO.

LAB 01 · PIPELINE

Extração, transformação e carga

Acompanha três etapas de um pipeline ETL e observa como os registros mudam ao longo do processo.

EXTRACT Extrair
TRANSFORM Transformar
LOAD Carregar
ID Produto Valor Etapa

Pronto para iniciar.

Os registros são copiados, padronizados e armazenados em uma variável JavaScript. Não há conexão com um banco real.
LAB 02 · RELACIONAMENTOS

Chaves e consultas relacionais

Seleciona um cliente e visualiza os pedidos associados ao seu ID.

Pedido Cliente ID Valor
Cliente Ana
Pedidos 2
Total R$ 350
Em bancos relacionais, uma FOREIGN KEY pode assegurar a integridade da referência entre pedido e cliente. Aqui a relação é demonstrada com arrays JavaScript.
LAB 03 · VALIDAÇÃO

Qualidade dos dados

Ajusta o total de registros e a quantidade que não atende a uma regra de validação.

Válidos 920
Inválidos 80
Conformidade 92%
Registros conformes 92%
Conformidade = registros válidos ÷ registros totais × 100. O modelo utiliza uma única regra binária de classificação.
LAB 04 · PROCESSAMENTO

Execução em lotes

Estima o número de lotes e a duração de um processamento sequencial simplificado.

Lotes 20
Tempo total 4 s
Último lote 500
Lotes = arredondamento para cima de registros ÷ tamanho do lote. O cálculo não considera concorrência, rede ou disco.
04 · Segurança da informação

Proteger dados também é engenharia.

Segurança deve ser considerada desde a arquitetura até a operação. Não é suficiente proteger apenas a tela de login: bancos, APIs, pipelines, backups e permissões também precisam de controles.

Tríade CIA

Três objetivos fundamentais da segurança da informação.

C Confidencialidade
I Integridade
A Disponibilidade
01 · Criptografia e hashing

Criptografia transforma dados para protegê-los contra leitura não autorizada, utilizando chaves e algoritmos apropriados. Pode proteger dados em trânsito e em repouso. Hashing produz um resumo de tamanho definido e não é criptografia reversível. Senhas devem utilizar algoritmos específicos de derivação de senha, como Argon2id, com parâmetros adequados, e não um hash rápido isolado como SHA-256.

02 · Autenticação e autorização

Autenticação verifica a identidade apresentada por um usuário ou serviço. Autorização determina quais operações são permitidas. Um usuário autenticado não deve receber automaticamente acesso a todos os recursos. MFA, expiração de sessões, revogação de tokens e menor privilégio são controles relevantes.

03 · Segurança de bancos de dados

Consultas parametrizadas ajudam a impedir SQL Injection. Também são importantes permissões restritas, segregação de funções, criptografia apropriada, atualização de componentes, backups testados e auditoria. A proteção não deve depender exclusivamente de validações feitas no navegador.

04 · Segurança de APIs

APIs precisam autenticar e autorizar chamadas, validar dados recebidos, limitar operações abusivas e proteger informações sensíveis. Tokens e chaves de API não devem aparecer em logs, mensagens de erro ou códigos enviados ao navegador. HTTPS protege o transporte, mas não substitui autorização.

05 · Segurança de pipelines

Pipelines devem validar a origem e a estrutura dos dados, restringir credenciais, controlar acesso aos destinos e registrar falhas. Idempotência, tratamento de duplicidades, linhagem e recuperação de execução contribuem para confiabilidade.

06 · Backups e recuperação

Backups reduzem o impacto de falhas e perdas de dados, mas precisam ser protegidos, monitorados e periodicamente testados por restauração. RPO representa a perda máxima de dados tolerável em tempo; RTO representa o tempo-alvo de recuperação do serviço.

07 · Logs e auditoria

Logs ajudam a investigar erros, acessos e eventos. Auditoria registra ações relevantes e sua autoria. Ambos exigem políticas de retenção, controle de acesso e proteção contra alteração. Senhas, tokens e segredos não devem ser registrados.

08 · LGPD e privacidade

O tratamento de dados pessoais exige finalidade, base legal adequada e observância dos princípios previstos na LGPD. Minimização, retenção, segurança e transparência devem ser considerados. Pseudonimização não equivale necessariamente à anonimização.

05 · Laboratório de segurança

Permissões e proteção contra injeção SQL

Dois exemplos didáticos: autorização baseada em papéis e separação entre comandos SQL e parâmetros fornecidos pelo usuário.

LAB 05 · RBAC

Controle de acesso por perfil

Selecione um perfil e observe quais operações são permitidas no modelo demonstrativo.

RBAC associa permissões a papéis. Em sistemas reais, o servidor deve verificar as permissões a cada operação. Ocultar botões na interface não é uma medida suficiente de autorização.
LAB 06 · CONSULTAS SEGURAS

SQL Injection e parametrização

Veja a diferença entre concatenar uma entrada diretamente no SQL e utilizar um parâmetro.


                

Demonstração textual: nenhum SQL é executado. Em Python com PostgreSQL, bibliotecas como psycopg permitem enviar parâmetros separadamente do comando SQL. Parâmetros protegem valores; identificadores dinâmicos exigem tratamento específico e listas de permissão.
06 · Referências

Normas, legislação e boas práticas

Referências para aprofundamento em proteção de dados, segurança da informação e sistemas de banco de dados.

LEI Nº 13.709/2018

Lei Geral de Proteção de Dados

Tratamento de dados pessoais, princípios, direitos, bases legais e responsabilidades.

LEI Nº 12.965/2014

Marco Civil da Internet

Princípios, garantias, direitos e deveres relacionados ao uso da internet.

ISO/IEC 27001

Gestão da segurança da informação

Requisitos para sistemas de gestão da segurança da informação.

ISO/IEC 27002

Controles de segurança

Orientações e controles relacionados à segurança da informação.

ISO/IEC 25012

Qualidade dos dados

Modelo de características de qualidade aplicáveis a conjuntos de dados.

OWASP

Segurança de aplicações e APIs

Materiais de referência sobre riscos e práticas de segurança de software.

Consultar as edições vigentes das normas e os textos legais atualizados antes de sua aplicação.

07 · Expansão

Ferramentas e aplicativos TEKNIVO

Espaços previstos para novos ambientes de estudo e experimentação, organizados por especialidade.

PLANEJADO

Laboratório SQL

Consultas, joins, índices, transações, planos de execução e modelagem de bancos.

PLANEJADO

Construtor de pipelines

Modelagem visual de fontes, transformações, validações e destinos.

PLANEJADO

Laboratório de criptografia

Conceitos de chaves, hashing, assinaturas, certificados e proteção de dados.

PLANEJADO

Segurança de APIs

Demonstrações de autenticação, autorização, validação e gerenciamento de sessões.

PLANEJADO

Observabilidade

Logs, métricas, rastreamento de operações e análise de falhas.

PLANEJADO

TekPlay

Conteúdos audiovisuais para complementar fundamentos, demonstrações e estudos.

08 · Plataforma tecnológica

Conhecimento aplicado a sistemas de dados

A TEKNIVO integra a estrutura tecnológica da Furniture House Ltda. Este ambiente apresenta fundamentos, demonstrações e materiais introdutórios relacionados à Engenharia de Dados.

Os experimentos utilizam dados fictícios e não acessam registros operacionais, credenciais ou serviços internos.